sexta-feira, 8 de março de 2013

Messiense Mostra seu Trabalho no Intervalo Cultura da UERN


Na última terça-feira (05), o poeta messiense Aureci Bezerra da Silva participou do projeto Intervalo Cultura da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), ao lado da poetisa Cláudia Michely Cortez e dos poetas Aldaci Medeiros França e Lúcio Silva.


Na ocasião, o poeta messience apresentou o seu cordel de título“Um fruto da oficina de poesia popular
Fonte:Olhar Messiense

8 DE MARÇO, DIA INTERNACIONAL DA MULHER.

Hoje parabenizo minha querida mãe por tudo que fez e faz pra mim até hoje,e parabenizo também todas as mulheres de minha família,que ela sejam sempre fortes e batalhadoras.Mas não esquecendo o Messias Online parabeniza a todas as mulheres messiense por seu dia e por suas conquistas.

Preço do feijão registra alta de 40% em 12 meses


Os preços do feijão subiram 40% no mercado interno nos últimos 12 meses. A alta reflete a redução da produção na safra de verão. “Esse aumento poderia ter sido evitado caso o governo federal tivesse ouvido os apelos do setor para melhorar a estrutura da cadeia”, avalia Marcelo Lüders, analista da Correpar Corretora. Para ele, o governo precisa estimular o plantio de variedades de feijão que sejam comercializadas no mercado internacional para que o país possa importar e exportar a leguminosa com facilidade e assim equilibrar o mercado interno. “Avisamos o governo que como a soja estava com preço mais atrativo muitos agricultores iriam plantar a oleaginosa em detrimento do feijão. Foi o que aconteceu e a área de cultivo de feijão caiu 8,2% na primeira safra”, avalia.
Duas grandes mudanças aconteceram no segmento: a tendência de queda do consumo está sendo revertida e o consumo per capita, que chegou a 16 quilos por habitante por ano na década de 1990, deve alcançar 20 quilos em 2020. Além disso, a produção nacional não está mais nas mãos de pequenos agricultores. “Mais de 50% da produção nacional de feijão vem de grandes produtores, mas o governo não modernizou suas políticas, que ainda são voltadas aos pequenos”, disse Lüders.
Fonte:O xerife

Falta de libido é a principal queixa de 65% das mulheres que procuram ajuda médica


A falta de libido é a principal queixa de 65% das mulheres que procuram ajuda médica no Ambulatório de Sexualidade do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. De acordo com levantamento divulgado hoje (7), além da falta de desejo sexual, 23% das mulheres disseram sofrer de anorgasmia (incapacidade de atingir o orgasmo).
Segundo a sexóloga coordenadora do ambulatório, Elsa Gay, as causas da falta de líbido são várias. Estão relacionadas, principalmente, ao modo de vida das mulheres. “Hoje as mulheres desenvolvem vários papéis e, em primeiro lugar, está o papel profissional, papel de mãe, de irmã, e de tia. E o papel de amante é o último no plano de prioridade. O que a gente vê é que falta investimento nas relações”, diz a Elsa.
A sexóloga aponta outros fatores que podem afetar a libido: estresse, cirurgias, conflitos no relacionamento, a monotonia conjugal, e a síndrome da porta giratória – quando um filho volta a morar em casa e passa a atrapalhar a dinâmica do casal.
“As mulheres que nos procuram acham que existe uma droga mágica, que nós vamos dar um medicamento e elas, de repente, vão começar a ter vontade de se relacionar. O que nós oferecemos a estas mulheres é ela se transformar”, destaca.
No ambulatório do hospital as pacientes podem se submeter a uma terapia comportamental em grupo. O tratamento leva oito semanas e os resultados dependem de como a mulher lida com a sexualidade, com o desejo, o medo, com o corpo e com as fantasias. Segundo a sexóloga, durante o tratamento, a mulher aprende a investir nos relacionamentos e a trabalhar a sexualidade.
“Uma vez que ela passe a conhecer os pontos nos quais tem uma sensação mais prazerosa, ela vai saber comunicar a seu parceiro e poder negociar. E não fazer sexo por obrigação”, ressalta.
Fonte: Agência Brasil

Maioria dos municípios do RN sairá ganhando com mudança na lei dos royalties


Com a derrubada, pelo Congresso Nacional, dos vetos da presidente Dilma à Proposta de Emenda Constitucional que redistribui os royalties sobre a produção de petróleo no País, a grande maioria dos municípios do Rio Grande do Norte tem muito a comemorar.  A informação é do site De Fato.
Dez municípios terão a receita anual com royalties aumentada em mais de R$ 1 milhão. Natal, Parnamirim e Mossoró ganharão um bom reforço de caixa.  Mais de 140 municípios potiguares terão ganhos já a partir deste ano de no mínimo R$ 350 mil. Mas nem todos sairão ganhando: seis municípios terão perdas, alguns de forma bem significativa.
As receitas dos royalties que sofreram mudança na sua forma de distribuição dizem respeito ao regime de participação especial, com origem na produção de petróleo no mar territorial brasileiro. Um detalhe muito importante: as receitas atuais dos municípios que vão ter participação reduzida permanecerão congeladas de forma que as perdas, ainda que significativas, não serão imediatas.
A relação de perdas e ganhos – mais ganhos do que perdas – é visível na listagem elaborada pela Confederação Nacional dos Municípios e já disponibilizada na página da entidade na internet: www.cnm.org.br
Um grupo de dez municípios – Assu, Caicó, Canguaretama, Ceará Mirim, Currais Novos, João Câmara, Macaíba, Santa Cruz, São Gonçalo do Amarante e São José do Mipibu – terão o caixa reforçado em mais de R$ 1 milhão por ano, em média. Alguns, chegando perto de R$ 2 milhões.
Os mais beneficiados com a mudança de critérios na distribuição dos royalties são os três mais populosos e maiores municípios do Estado. Natal, que por ser capital tem uma receita diferenciada, vai ter direito a um acréscimo de R$ 14 milhões anuais com royalties.  Parnamirim terá um ganho anual de R$ 4,3 milhões e Mossoró, de R$ 3 milhões.
PERDAS
O grupo dos municípios que saem perdendo com as mudanças de critérios é bem pequeno e se restringe aos seis que hoje mais faturam com as regras que o Congresso acaba de mudar. De acordo com a tabela divulgada pela CNM, sairão perdendo recursos os municípios de Areia Branca (R$ 741 mil), Grossos (R$ 402 mil),  Guamaré (R$ 10,7 milhões), Macau (R$ 9 milhões), Porto do Mangue (R$ 1,575 milhão) e Tibau, R$ 310 mil.
Detalhe importante: de acordo com os números elaborados e divulgados pela CNM, o município de Guamaré sairá de uma receita de R$ 24 milhões em 2011 para R$ 13,3 milhões em 2013. Macau, que recebeu em 2011 perto de R$ 24 milhões, terá direito, este ano, a pouco mais de R$ 9 milhões.
Como os Estados produtores de petróleo – principalmente Rio de Janeiro e Espírito Santo - prometem reagir, inclusive com recurso junto ao Supremo Tribunal Federal, essas mudanças poderão não se efetivar. A esperança da maioria dos 5.564 municípios é de que a Proposta de Emenda Constitucional seja promulgada pelo Congresso Nacional e passe a valer o mais rápido possível
Fonte:Jean Carlos

quinta-feira, 7 de março de 2013

Quase impossível:FIFA exige que seleção brasileira aprenda a cantar o Hino Nacional


A CBF recebeu na caixa de Spam, um E-mail da FIFA, exigindo que a confederação coloque todos os jogadores da Seleção Brasileira em um curso que os ensine a cantar corretamente o Hino Nacional Brasileiro.
No texto, a FIFA diz que é importante, para o Brasil, mostrar que é rico em cultura e que os jogadores de futebol conhecem bem a letra do Hino Nacional.
Por enquanto a CBF não sabe o que vai fazer, visto que as principais preocupações no momento estão voltadas para as construções dos estádios e a preparação do time. “Talvez a estrutura física para receber a Copa não fique pronta, nem a seleção, imagine ter ainda que levar os jogadores para um curso de primeira série?”, disse um funcionário da CBF.
G17

Geraldo Ferreira: “A classe médica está decepcionada com a governadora Rosalba”


Após uma decisão judicial que manda os médicos retornarem ao trabalho em 24 horas, e que determina que o Governo promova três reuniões durante o mês de março com o Sindicato dos Médicos (Sinmed) para discutir a pauta da categoria, a greve dos médicos, que já durava dez meses, chegou ao fim na manhã na noite desta terça-feira (5). Mas não sem vencidos e vencedores. “A classe médica está decepcionada com a governadora Rosalba Ciarlini (DEM)”, afirma o presidente do Sinmed, Geraldo Ferreira.
Tendo recebido o apoio incondicional da categoria na sua eleição em 2010, inclusive pelo fato de ser médica, Rosalba finaliza uma greve por força de uma decisão judicial, e não, por um acordo em que as partes todas ganham. Assim, vê a categoria que foi fundamental para a sua eleição dar-lhe as costas, retirando um apoio que poderá lhe fazer falta em 2014, se decidir enfrentar as urnas da reeleição.
“Na verdade, o governo está brincando de fazer saúde”, resume Geraldo, que também preside a Confederação Nacional dos Médicos (Fenam). Na sua avaliação, por conta de inabilidade política e incompetência administrativa, “o governo está se isolando” cada vez mais, fato que fica evidente com a dificuldade de se nomear um diretor-geral para o maior hospital do Estado, o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. Faz dois meses que a atual diretora pediu demissão e o Governo não conseguiu nomear profissional que cuida da unidade hospitalar.
“Na verdade, o Governo está brincando de fazer saúde e tem uma coisa muito grave que a gente nota, mas que pode ser extensiva a todo o Governo: o Governo não tem quadros, infelizmente”, declarou Ferreira, apontando um que pode ser considerado dos mais graves efeitos da incompetência administrativa: o isolamento advindo da oposição que as pessoas começam a fazer ao Governo. “O que a gente vê em governos anteriores é que a gente tinha um leque de pessoas disponíveis a ajudar, a contribuir, e hoje a gente vê o Governo pobre, sem dispor de quadros, sem dispor de apoios e dificilmente ele consegue isso, porque as pessoas qualificadas hoje se colocam em situação de oposição ao Governo”, avaliou.
Geraldo Ferreira acredita que o isolamento do governo se deve, principalmente, à traição aos compromissos políticos assumidos pela governadora em praça pública, durante a campanha eleitoral de 2010. “A classe médica vem acompanhando a governadora Rosalba há um bom tempo. Nós participamos ativamente de suas várias eleições em Mossoró, da sua eleição ao Senado; aí, já no âmbito do Rio Grande do Norte, nós a recebemos em assembleias históricas na Associação Médica, nós apoiamos firmemente a sua candidatura ao Governo do Estado, mas, como se vê, pagamos um preço por isso”, disse Geraldo, que liderou a greve que teve como objetivo a melhoria no serviço de saúde.
 PROVÍNCIA
Além de trair os compromissos perante os médicos, os profissionais de saúde e a população, segundo Geraldo Ferreira, outros fatores tornaram a gestão isolada, como o fato de o Governo ser é extremamente provinciano e paroquial, o que faz com que recorra sempre a pessoas de sua absoluta serviência, que são o pessoal tradicional ligado ao grupo político que já acompanhou Rosalba em vários governos. “E governo de município você sabe como é, uma troca de favor muito grande, eu emprego seu filho, sua mãe e sua família”, analisa Ferreira.
Ainda segundo o médico potiguar, para piorar, há um comportamento do Governo que aponta para não saber conviver com os movimentos sociais. “Esse governo, claramente, não respeita as entidades dos trabalhadores, seus sindicatos, suas associações, seus órgãos de representação. Isso tudo finda promovendo um isolamento do Governo”, diz, concluindo que o motivo crucial do isolamento, porém, termina sendo a ineficiência administrativa, com danos irreparáveis à população. “O Governo nem sabe administrar e as pessoas que ele convoca ele também não permite que elas administrem”, finalizou.

SINMED DIVULGA NOTA SOBRE O FIM DA GREVE
O fim de uma greve não é o fim da Luta. Agradeço sensibilizado aos que bravamente resistiram, enfrentaram perseguições, corte de ponto, corte de salário e até processos por defenderem a dignidade do nosso trabalho.Com a cabeça erguida e o coração cheio de orgulho de nossa categoria posso clamar – Não fomos omissos. Defendemos as bandeiras históricas de carreira médica, piso Fenam, mas também o fim de internamento em corredores, o abastecimento das unidades, exigimos leitos de internamento e de UTI, combatemos a terceirização e sua irmã siamesa a corrupção, impedimos fechamento de unidades, bloqueamos desativação de serviços, lutamos por dignidade no atendimento à população. Denunciamos o governo estadual desde delegacias de polícia à corte interamericana de direitos humanos. Alguns até pensam que a greve foi longa e nos desgastou. Talvez fisicamente, mas moralmente nada podia ser diferente, nosso dever é denunciar, propor soluções, nos mobilizarmos, irmos à luta, como fizemos e combater o bom combate. Aos que participaram ativamente do movimento, o agradecimento sincero do Presidente do Sinmed, aos que nos apoiaram, mesmo não estando na linha de frente, minha gratidão, aos que não acreditaram ou fraquejaram na luta, meus desejos de que renovados estejamos juntos nas próximas batalhas. A decisão da justiça foi sábia. Ao mesmo tempo que exigiu o fim da greve, determinou ao Sindicato e ao Governo três rodadas de negociação no mês de março, para avançarmos na discussão da pauta.
Determinou ainda ao governo sensibilidade para responder fundamentadamente aos pleitos dos médicos. A decisão da Assembleia de 05 de março foi cumprir a decisão judicial de retorno ao trabalho e permanecer em Assembleia permanente para acompanhar as rodadas de negociação e seus possíveis avanços ou impasses. Alguns acham que continuaremos sem conseguir o que pleiteamos. Eu, acostumado a tantas lutas e batalhas, penso diferente. É certo que tivemos greves fortes, históricas e avanços memoráveis, mas nenhum deles foi sem negociação, embora reconheça, que com uma pressão maior da categoria sobre o governo. Tivemos um grande ausente nesses meses, o legislativo, nossos deputados médicos, que em governos prévios e em greves anteriores foram muito importantes para os resultados obtidos. Mas enfim, fizemos o que devíamos ter feito, não nos omitimos, lutamos com coragem, empunhamos a bandeira do certo, enfrentamos as dificuldades de termos do outro lado um governo insensível e autoritário. Não guardo arrependimentos, faria tudo de novo, ou melhor, não demorará muito e faremos tudo de novo. Obrigado a todos, tenho cada vez mais orgulho de ser médico e de minha categoria. Nossas bandeiras de lutas permanecem, cabe a cada um defendê-las, o que foi semeado cedo ou tarde florirá.
Geraldo Ferreira – Presidente Sinmed RN Fonte:Jornal de Hoje
Nota do Blog:Esse é o governo que vai fazer  RN acontecer

á não era sem tempo:Assembleia vota hoje fim do 14º e 15º salários

Os deputados estaduais devem aprovar, na sessão ordinária de hoje, o Projeto de Resolução da Mesa Diretoria da Assembleia Legislativa que extingue a ajuda de custo aos parlamentares que é paga no início e no fim da cada período legislativo, representando 14º e 15º salários. A medida de corte será semelhante à adotada na Câmara dos Deputados e no Senado.
A proposta apresentada no final do mês passado pelo presidente da Casa, deputado Ricardo Motta (PMN) foi muito bem recebida pelos seus colegas do Legislativo. O projeto foi depois discutido com a Mesa e com as lideranças partidárias, até chegar ao plenário para a votação nesta quinta feira.

Também estão prontos para votação os Projetos de Lei que dispõem sobre os subsídios dos integrantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Tribunal de Contas e procuradores do Estado e da Assembleia Legislativa. De acordo com o artigo 37, inciso XI da Constituição Federal ficam reajustados em 5% a partir de 1º de janeiro de 2013; 5% a partir de 1º de janeiro de 2014 e 5% a partir de 1º de janeiro de 2015.

Antes da sessão ordinária desta quinta feira, haverá uma plenária preparatória para a escolha dos deputados que vão ocupar a primeira e a quarta secretarias da Mesa, que estão vagas desde a saída dos ex-deputados Poti Júnior e Dibson Nasser.
Fonte:Tribuna do Norte

PRESO NATURAL DE JANDUIS MORRE NO INTERIOR DA PENITENCIARIA MÁRIO NEGOCIO EM MOSSORÓ


O preso da justiça Manoel Gomes de Souza, 36 anos, natural de Janduís, foi encontrado morto dentro de uma das celas da Penitenciaria Agrícola Mário Negocio em Mossoró, na manhã desta quarta-feira (06), no momento em que era servido o café da manhã dos presos.

Manoel Pinico como era mais conhecido cumpria pena no regime fechado da Penitenciaria, e de acordo com relatos Manoel vinha apresentando problemas de saúde, tendo inclusive sido levado na tarde de terça-feira ao pronto socorro do hospital Regional Tarcisio Maia e no inicio da noite retornado a penitenciaria.

Na manhã de hoje seus próprios companheiros de cela o encontraram morto e chamaram os agentes penitenciários. A suspeita é que o preso morreu de dengue hemorrágica. O corpo foi encaminhado para o Itep. 
Fonte:Carinha da Net

Justiça condena responsáveis por fraude de R$ 3,2 milhões na Sudam


Um grupo de fraudadores foram condenados a devolver R$ 3,2 milhões desviados da Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia). A decisão é do juiz federal Pablo Zuniga Dourado em resposta a ação do MPF (Ministério Público Federal).
De acordo com a denúncia, os desvios foram identificados no financiamento da empresa Sabisa Santarém Biscoitos e Massas S/A, ocorrido em 2000. O grupo também foi condenado a pagar a correção monetária relativa ao valor desviado, calculada a partir de dezembro de 2004.
Além da empresa, foram condenados Agostinho Sousa Nascimento, Armindo Dociteu Denardin, Eduardo Vasconcelos de Azevedo, Elenir Dalasen Coldebella, João Eduardo Vasconcelos de Azevedo, Luis Coldebella, Raimundo Antonio da Silva Barra e Rui Denardin.
O caso foi levado pelo MPF à Justiça em 2001, a partir de informações levantadas pela Receita Federal e por um grupo de trabalho instituído pelo Ministério da Integração Nacional. Segundo as investigações, os responsáveis pelo projeto Sabisa fraudaram o Finam (Fundo de Investimentos da Amazônia) participando de um esquema de fraudes que ficou conhecido como “sistema trampolim”.
Por esse sistema, em vez de aplicar recursos próprios em contrapartida ao empréstimo federal, as empresas fraudadoras depositavam nas contas recursos emprestados de outras empresas, apenas para conseguir receber o dinheiro público. Em seguida, os recursos emprestados eram repassados a outro grupo, que recomeçava o ciclo de fraudes.
Além disso, no financiamento do projeto Sabisa houve uma série de outras fraudes recorrentes com recursos da Sudam: fraudes em notas fiscais, recibos, contratos, declarações prestadas e emissão de cheques.
“Da análise dos fatos narrados pelo MPF e contestado pelos acusados, observa-se, claramente, um conluio entre os requeridos de forma a se estabelecer uma verdadeira rede de desvio de verbas públicas que teve como fulcro a empresa Sabisa SA”, registra a sentença.
“Querer esconder todas essas articulações fraudulentas sustentando-se ao fundamento de que parte do projeto foi executada vai de encontro aos princípios norteadores da administração pública, e, notadamente, daqueles regedores do Finam, que visam o desenvolvimento desta região”, complementa o texto do juiz federal Pablo Zuniga Dourado.
Fonte:Jean Carlos