O Rio Grande do Norte vem mantendo uma tradição em Jogos Olímpicos desde
1988, em Seul, na Coreia do Sul. Desde lá, que o estado manda atletas
para disputar as provas de atletismo. Começou com Magnólia Figueiredo,
passou por Vicente Lenílson, que conquistou a medalha de bronze no
revezamento 4x100 nas Olimpíadas de Sydney, na Austrália, em 2000 e
disputou os Jogos em 2004, em Atenas, na Grécia e 2008, na cidade de
Pequim, na China. Agora, Londres, que vai sediar os Jogos Olímpicos este
ano, deve receber o corredor potiguar, Diego Cavalcanti, na prova dos
200 metros rasos.
O atleta conquistou o índice para a prova no último final de semana, quando marcou o tempo de 20"50, na etapa do Grand Prix Internacional, realizada em Belém/PA. "Foi um tempo muito bom e acho que, dificilmente o Diego perde essa vaga. Ele não participou de nenhuma competição desse nível em 2012 e conseguiu vencer seus principais concorrentes por uma das três vagas que o Brasil tem direito", disse Magnólia.
Caso aconteça de que mais de três corredores alcancem o o índice, eles vão se enfrentar, em prova de confronto direto para decidir os escolhidos. "Atualmente é uma forma mais justa de poder disputar uma Olimpíadas. Na minha época, a vaga era do país e os treinadores que escolhiam os atletas. Agora, cada um consegue seus tempos", afirmou Figueiredo.
Amanhã, Diego Cavalcanti vai participar de mais uma etapa do Grand Prix, em Fortaleza/CE e no domingo, ele viaja até Uberlândia/MG, para a terceira etapa da disputa.
Fonte tribuna do norte
Marcelo Barroso
O corredor Diego Cavalcanti mantém a tradição e vai representar o Estado na competição

O atleta conquistou o índice para a prova no último final de semana, quando marcou o tempo de 20"50, na etapa do Grand Prix Internacional, realizada em Belém/PA. "Foi um tempo muito bom e acho que, dificilmente o Diego perde essa vaga. Ele não participou de nenhuma competição desse nível em 2012 e conseguiu vencer seus principais concorrentes por uma das três vagas que o Brasil tem direito", disse Magnólia.
Caso aconteça de que mais de três corredores alcancem o o índice, eles vão se enfrentar, em prova de confronto direto para decidir os escolhidos. "Atualmente é uma forma mais justa de poder disputar uma Olimpíadas. Na minha época, a vaga era do país e os treinadores que escolhiam os atletas. Agora, cada um consegue seus tempos", afirmou Figueiredo.
Amanhã, Diego Cavalcanti vai participar de mais uma etapa do Grand Prix, em Fortaleza/CE e no domingo, ele viaja até Uberlândia/MG, para a terceira etapa da disputa.
Fonte tribuna do norte
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