terça-feira, 14 de junho de 2016

Prazo para matrícula no Sisu termina nesta terça-feira

Termina nesta terça-feira, 14 de junho,  o prazo para os estudantes aprovados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) fazerem a matrícula nas instituições de ensino. Eles devem verificar, na instituição de ensino em que foram aprovados, o local, horário e os procedimentos necessários.
O resultado está disponível para consulta napágina do programa, na internet. Para acessar o resultado, o estudante precisa do número de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 e da senha.
O Sisu seleciona candidatos às vagas em universidades federais e institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Participaram do Sisu os estudantes que fizeram o Enem de 2015 e não tiraram 0 na redação.
Nesta edição foram ofertadas 56.422 vagas em 65 universidades federais e estaduais e institutos federais.
Lista de espera
Está aberto o prazo para aqueles que não foram selecionados se inscreverem na lista de espera do programa. Isso pode ser feito até o dia 17 deste mês. Os candidatos que estiverem nessa lista começarão a ser convocados a partir do dia 23.
Para participar, o estudante deve acessar o sistema e, em seu boletim, clicar no botão que corresponde à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu. É importante certificar-se de que sua manifestação foi registrada. Ao finalizar a confirmação, o sistema emitirá uma mensagem.
Fonte: Agência Brasil. 

TCE aumenta fiscalização nas contas das prefeituras do RN

Diante de uma crise econômica e das sucessivas quedas nos repasses federais para os municípios, os prefeitos do Rio Grande do Norte têm uma preocupação a mais no encerramento dos mandatos no fim deste ano. De acordo com um artigo da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), os gestores não podem adquirir novas despesas se não tiverem previsão orçamentária que permita pagar essas dívidas até o fim do mandato em 31 de dezembro. 
 
Em resumo, eles não podem deixar restos a pagar para a próxima gestão e precisam encontrar um equilibro entre as despesas e as receitas. Quem não cumprir essa norma pode ser acusado de crime de responsabilidade e ter as contas da gestão reprovadas. Isso pode provocar perda de mandato e até enquadramento da Lei da Ficha Suja.
 
Entretanto o cumprimento do artigo 42 da lei de Responsabilidade Fiscal, que trata dessa regra, está comprometido em muitas cidades por causa da queda de receitas e dos repasses federais, afirma o presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), prefeito Ivan Júnior, de Assu. De acordo com ele, a federação vai pedir aos órgãos de fiscalização e controle, como Tribunal de Contas e Ministério Público, bem como o Poder Legislativo, uma “flexibilização” da regra para este ano, levando em conta o momento de recessão pelo qual passa o país. 
 
Somente no primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) deste mês, pago aos municípios na última sexta-feira (10), a queda foi de 22% (levando em conta a inflação), comparado com o ano passado, quando já se registrava diminuição da fatia do bolo tributário distribuído às  prefeituras. 
 
“A situação foge do controle do poder municipal, que não tem como acompanhar com medidas de contingenciamento a mesma velocidade com que as receitas vêm caindo”, declarou o prefeito. De acordo com ele, embora os municípios tenham tomado atitudes para diminuir os gastos, elas não foram suficientes. De acordo com ele, pelo menos 30 municípios potiguares – quase 18% - estão em atraso com o pagamento dos salários dos servidores. A situação está mais complicada nas cidades menores que dependem basicamente do FPM. No primeiro repasse de junho 41 não receberam nada. E outras três, Jardim de Angicos, Pilões e Jundiá, tiveram saldo de R$ 1,1 mil, R$  1,9 mil e  R$  2mil, respectivamente.
 
“É uma situação muito ruim no Brasil como um todo. Se não tiver uma flexibilização dos órgãos, em que seja analisado esse contexto de um ano de recessão, de uma crise pior que a da década de 30, muitos prefeitos não vão conseguir cumprir”, considerou Ivan Júnior.
 
O prefeito ressaltou que a União registra dois meses de atraso com os municípios em repasses em programas da Saúde, como os de agente comunitário, Saúde Familiar e farmácias básicas de municípios. “Cabe até discussão judicial sobre isso. 
 
A queda das receitas nos últimos anos foi uma das principais preocupações da prefeita de Santa Cruz, Fernanda Costa. Ela afirmou que a prefeitura fez vários cortes ao longo do último ano já prevendo um momento delicado neste ano, quando não poderia adquirir novas dívidas. A lei veda contração de despesas nos dois últimos quadrimestres do mandato – oito meses anteriores ao fim do mandato (a partir de maio). Qualquer dívida contraída nesse período tem que ser paga até dia 31 de dezembro. 
 
“É um ano em que, especialmente, a gente não pode gastar mais do que arrecada. A despesa tem que bater com a receita, que é o que deveria acontecer sempre, mas a gente sabe que pela queda da arrecadação do FPM e de outros tributos, os gestores municipais vêm tendo essa dificuldade. Nesse ano nós temos que encontrar uma fórmula para que ajuste esse encontro”, afirmou.
 
A prefeita afirmou que, apesar dos ajustes realizados, torce para que os repasses não caiam mais nos próximos meses. Ela reforçou que historicamente a queda do FPM é mais forte em junho, em comparação a maio. 
 
Capacitação
 
A apresentação das contas e as regras sobre a atuação dos gestores no último ano de mandato são tema de um evento promovido em parceria pelo Tribunal de Contas, Tribunal Regional Eleitoral e Federações dos Municípios e das Câmaras Municipais do estado, que se encerra hoje, no Centro Municipal de Referência em Educação Aluízio Alves (Cemure). 
De acordo com o presidente do TCE, conselheiro Carlos Thompson Fernandes, a medida visa a capacitação dos gestores e técnicos municipais para evitar prática de crimes e erros na prestação de contas. “A gama de situações é imensa. Você tem gestores que deixam de apresentar contas com intenção dolosa; em outros casos, elas não foram devidamente formatadas. Uma série de condutas que podem caracterizar, ao final, a omissão do dever de prestar contas”, afirmou. 
 
Gestores apresentam informações fora do prazo
 
De acordo com o presidente da Comissão do Sistema Integrado de Auditoria Informatizada (Siai) do TCE, Francisco Nascimento de Sousa, cerca de 30% dos municípios do estado apresentaram informações atrasadas ao longo do último ano, o que representa sonegação de informações. Esse tipo de falha pode gerar multas que variam de R$ 1,1 mil a R$ 5 mil. 
Ele vai realizar hoje (14) uma palestra a respeito das alterações no sistema, a qual todas as Prefeituras têm acesso para apresentar documentos relativos às contas municipais. “A partir de agora todos os documentos serão enviados pela internet”, reforçou ele. Até hoje, o sistema criado em 2001 recebia parte da docu-mentação, porém outra dependia de documentos físicos. A maioria dos “demonstrativos” enviados pelos gestores são bimestrais ou quadrimestrais. 
 
Através desses documentos enviados, além de consultas a outros meios como portais da transparência e mesmo a imprensa, os auditores procuram possíveis erros problemas nas contas municipais. 
 
Para o presidente da comissão, que é inspetor de controle externo do TCE, atualmente é mais fácil encontrar inconsistência de dados. “O gasto público segue um trâmite. Se o gestor em um momento apresenta um documento comprovando um pagamento, pode ser flagrado em outro momento, porque não informou uma licitação, por exemplo, ou não apresentou contrato.
 
Para o prefeito Roberto Germano, de Caicó, ainda falta informação para os gestores, principalmente os de cidades pequenas. “Dentro da legislação, muitas vezes nós, gestores, não temos uma informação necessária de forma clara. Então é importante a gente ouvir o Tribunal de Contas para que a gente possa receber informação e tirar dúvidas”, alegou. “Os municípios menores são muito carentes de informação. Você pode olhar que a maioria das rejeições de contas não têm má fé, não tem dolo, é falta de informações mesmo”, considerou.  
 
Ele afirmou que tirou dúvidas, por exemplo, a respeito de aumento salarial dos servidores municipais que, a partir de julho só poderá ser feito se for em cumprimento a ordem judicial ou uma reposição.  O prefeito ainda reclamou da demora dos julgamentos das contas municipais, reforçando que considera pequeno o corpo técnico do TCE. “Tem contas de Caicó de 1998, 2000, que não foram julgadas ainda”. 
 
O fato foi comprovado pelo presidente da comissão do Siai, Francisco Nascimento de Sousa, que reforçou a grande documentação recebida pela equipe. O presidente do TCE, Carlos Thompson, considerou que a demora acontece por causa de todo o trâmite de julgamento, que envolve toda a defesa aos gestores.  
Fonte:Novo Jornal

domingo, 12 de junho de 2016

Veja fotos dos foragidos de Alcaçuz; direção confirma fuga de 33

Fuga aconteceu na quarta, mas quantidade de fugitivos só foi descoberta nesta sexta.

A Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania descobriu nesta sexta-feira (10) que 33 presos conseguiram escapar da Penitenciária Estadual e Alcaçuz. A fuga aconteceu na quarta-feira (8), mas quantidade exata de fugitivos só foi descoberta nesta sexta.
Entre os foragidos, estão presos considerados de alta periculosidade, como o cearense José Wilson Trajano de Freitas que tem condenação de 16 anos de prisão em regime fechado por participação no sequestro de Fábio Porcino, no ano de 2013, em Mossoró.
Além disso, fugiram detentos que cumpriam pena por homicídio, latrocínio e assaltos. 
Veja a lista abaixo:
Antônio Ribeiro da Silva
Cauê Martins da Costa
Cleudson Webster da Silva
Erasmo Carlos da Silva Fernandes
Eudes Rocha B. de Sena
Francisco Fagner da Silva
Hildeoclécio Cruz dos Santos
Jamilson Barbosa da Silva
Jariedson Bezerra de Moura
João Danil Wanderley de França
José Anchieta Fernandes
José Anderson Pinto da Silva
José Jocenildo de Morais Fernandes
José Rosivan Felix
José Wilson Trajano de Freitas
Júlio Douglas da Silva Fonseca
Leandro da Silva Souto
Lenílson Lopes Pereira
Mayksamy dos Santos Pontes
Michel Plateny da Costa Moura
Nielson Wallace da Fonseca
Paulo Eduardo Lopes de Oliveira
Pedro Adelaide Cavalcante da Silva
Rafael Macêdo Vital
Ramon Augusto Lopes Marques
Ranielly Brito de Azevedo
Rivanildo Pereira Medeiros
Ronaldo da Silva Ribeiro
Sandro Afonso de Souza Tavares
Fonte:Portal BO

sexta-feira, 10 de junho de 2016

‘Vacilo’, diz secretário de Justiça após fuga da maior penitenciária do RN

“Foi um vacilo”. É assim que Wallber Virgolino, secretário de Justiça e Cidadania do Rio Grande do Norte (Sejuc), classifica a mais recente fuga da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, maior presídio do estado (veja vídeo acima).

A debandada aconteceu por volta das 21h da quarta-feira (8), quando detentos do pavilhão 2 escaparam por um buraco escavado no pé do muro, próximo a uma guarita desativada. No entanto, a Sejuc ainda não sabe dizer quantos presos fugiram. Até o momento, quatro presos foram recapturados pelo Batalhão de Choque da PM logo após a fuga.

A declaração do secretário foi concedida nesta quinta-feira (9) durante uma visita às unidades prisionais de Mossoró, no Oeste potiguar. “O apenado estuda o sistema penitenciário. Então ele procura um momento de vacilo para tentar fugir. E ontem foi um vacilo. Uma guarita desativada e pouco efetivo. Quando a gente arrocha, a intenção do preso é escapar. Vamos diminuir as fugas, mas vocês ainda vão ver uma vez ou outra algum apenado fugindo”, disse Virgolino. “Temos que construir unidades prisionais e criar vagas porque, mais cedo ou mais tarde, vai explodir”, acrescentou.

A fuga
Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal. Segundo a direção da penitenciária, os presos que escaparam são do pavilhão 2. O buraco usado foi escavado no pé do muro, próximo de uma guarita de vigilância que estava desativada.

Coordenador da Administração Penitenciária do estado, Zemilton Silva disse ao G1 que os presos fizeram um buraco no piso da quadra do pavilhão e saíram se arrastando até o pé do muro, entre as guaritas 2 e 3, onde um escavaram um novo buraco. “A guarita 3 estava desativada por falta de policiamento. De certo forma, isso facilitou a fuga”, ressaltou. “Quando o PM da guarita 2 percebeu a movimentação, ele fez vários disparos de advertência, mas alguns detentos já haviam passado pelo buraco. Ele disse que chegou a ver três presos correndo no meio da mata”, acrescentou.

Alcaçuz possui aproximadamente 1.100 detentos. A capacidade é para 620.

Guaritas desativadas
Agentes penitenciários que estavam de plantão na noite desta quarta relataram que, além da guarita 3, outros três postos de vigilância também estavam sem guardas no momento da fuga. A segurança externa do presídio é feita pela Polícia Militar. Alcaçuz possui 10 guaritas. Comandante geral da PM no estado, coronel Dancleiton Pereira negou que as guaritas estivessem desativadas no momento da fuga. Porém, ressaltou que o Comando de Policiamento Metropolitano (CPM) irá apurar o caso.

Sem contar com os fugitivos desta quarta, 216 detentos já fugiram de unidades prisionais do estado este ano. A média é de 10 fugitivos por semana.

Tentativa
Presos do pavilhão 2 já haviam tentado escapar de Alcaçuz esta semana. Foi no domingo (5), quando alguns detentos se aproveitaram que estava chovendo forte e pularam o muro da quadra. Fora do pavilhão, eles rastejaram para tentar cavar um buraco no pé do muro. Contudo, o guariteiro conseguiu ver a movimentação e atirou para o alto. O grupo de patrulhamento do sistema prisional que estava realizando uma ronda externa entrou na unidade e conseguiu capturar cinco presos que estavam ainda dentro da penitenciária.

Sistema em calamidade
O sistema penitenciário potiguar não passa por um bom momento. E faz tempo. Em março de 2015, após uma série de rebeliões em várias unidades prisionais, o governo decretou estado de calamidade pública e pediu ajuda à Força Nacional. Para a recuperação de 14 presídios, todos depredados durante os motins, foram gastos mais de R$ 7 milhões. Tudo em vão. As melhorias feitas foram novamente destruídas. Atualmente, em várias unidades, as celas não possuem grades e os presos circulam livremente dentro dos pavilhões.

Além das unidades depredadas e da superlotação, a violência e as fugas também se tornaram problemas constantes para o Estado. Somente este ano, 12 detentos morreram dentro dos presídios e 216 já escaparam do sistema. Alguns foram recapturados, mas nem a Secretaria de Justiça (Sejuc) nem a Secretaria de Segurança Pública (Sesed) sabem precisar a quantidade de fugitivos que retornaram aos presídios.

Fonte:G1/RN – http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2016/06/vacilo-diz-secretario-de-justica-apos-fuga-da-maior-penitenciaria-do-rn.html

Inflação no Nordeste é maior do que nas outras regiões

A inflação no Nordeste em maio alcançou o índice de 9,7% no acumulado de doze meses, superior ao verificado em âmbito nacional, de 9,3%, para o mesmo período. A avaliação é do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de estudos regionais do Banco do Nordeste.
De acordo com o estudo, Fortaleza apresentou a maior taxa de elevação de preços na região, chegando a 11%. Em seguida, aparecem Salvador, que registrou inflação de 9,5%, e Recife, que assinalou índice de 9,2%, ligeiramente inferior à base nacional.
Na avaliação mensal de maio, as três principais capitais do Nordeste registraram variações positivas em comparação a abril. Fortaleza alcançou 1,0%; Salvador, 0,9%, e Recife, 0,8%, todas com taxas superiores à média nacional para maio, de 0,8%.
O índice regional de inflação é composto por nove grupos de preços. “Alimentos e bebidas”, que tem o maior peso no cálculo, foi o mais significativo para o resultado de maio, no comparativo de doze meses. No Nordeste, esse grupo alcançou 14,6% de inflação, ante 12,7% em nível nacional.
Fonte:Blog do Xerife

Sérgio Moro aceita denúncia contra mulher de Cunha por 'lavagem'

O presidente da Câmara dos Eduardo Cunha e a mulher Claudia Cruz (Pedro Ladeira/Folhapress)
O juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, aceitou nesta quinta-feira denúncia contra a jornalista Claudia Cruz, esposa do presidente afastado da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Com a decisão do magistrado, Claudia passa a ser ré pelo crime de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Ela é suspeita de esconder recursos de propina em uma conta secreta no exterior da qual era beneficiária final e utilizar o dinheiro para pagamentos e gastos de luxo.
Segundo Ministério Público, o empresário Idalécio de Castro Rodrigues de Oliveira pagou propina ao deputado Eduardo Cunha para ser beneficiado em um contrato de aquisição dos direitos de participação na exploração de um campo de petróleo no Benin.
Ao todo, teriam sido pagos a Cunha 1,311 milhão de francos suíços, o equivalente a 1,5 milhão de dólares. Na transação, o ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Jorge Zelada teria atuado como intermediário no acerto dos valores.
Os investigadores apontam que parte da propina acabou remetida a contas no exterior registradas em nome de offshores ou trusts, que alimentavam o cartão de crédito utilizado por Claudia Cruz em compras de artigos de luxo.
Os negócios entre a Petrobras e o governo do Benin foram alvo de auditoria, que acabou por identificar que a empresa africana tinha capacidade financeira ignorada na época da transação e que os custos da exploração dos poços de petróleo no país foram supervalorizados.
O Ministério Público conseguiu mapear o caminho do dinheiro movimentado na transação e a participação do lobista ligado ao PMDB João Augusto Henriques, apontado como destinatário de pelo menos 10 milhões de dólares em propina na transação.
Nas investigações, foram encontrados registros de que a offshore Acona Internacional repassou 1,311 milhão de francos suíços para a conta Orion SP, que pertence a Eduardo Cunha.
A partir da Orion, novos repasses foram feitos para contas ligadas ao deputado e a Claudia Cruz. Ao analisar o caso, o juiz Sergio Moro também aceitou denúncia contra Jorge Zelada e João Augusto Henriques por corrupção passiva e contra Idalécio por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Henriques também se tornou réu por lavagem.
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Fonte:De Fato

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Município de Messias Targino fica na 154ª posição no ranking da transparência

O ministério público federal divulgou essa semana o ranking da transparência dos estados e municípios da federação,e a cidade de Messias Targino ficou na posição número 154 acompanhada de mais 14 outros municípios.o nível de transparência no Rio Grande do Norte saltou de 7,80 para 9,20 de 2015 para 2016 no quesito Governo Estadual e o município de Viçosa lidera o índice no estado. O cenário foi apontado no Ranking Nacional de Transparência, do Ministério Público Federal (MPF).
Neste ano, estados como o Ceará, Espírito Santo e Roraima lideraram o ranking, com índice de transparência em 10,0. Entre as capitais do país, Natal ficou na 19ª posição. A capital potiguar saltou de 6,50 para 7,70.
No quesito governo municipal, o RN saltou de 2,90 para 4,68. Dentre os 167 municípios potiguares avaliados, Viçosa saltou de 6,20 para 10; Jucuturu aparece com 9,80; Serra Caiada passou de 5,60 para 9,30; Parnamirim saltou de 5,20 para 9,20; e Caicó de 1,90 para 10.
O ranking de vinte cidades é completado por Macaíba, Açú, Ipueira, Santa Maria, e Santana do Seridó; dentre outros municípios do interior. Mossoró figura com índice de 4,1 na primeira avaliação e 6,8 na seguinte.
Veja mais detalhes aqui.
 Com informações do Jornal de Fato

UERN lança editais de Concurso Público com oferta de 116 vagas

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) lança os editais do concurso público com oferta de 116 vagas, provenientes de aposentadorias e óbitos. O concurso foi autorizado pelo governador Robinson Faria no dia 10 de março deste ano.
Os editais foram publicados na edição desta quarta-feira (08) no Diário Oficial do Estado. Das 116 vagas oferecidas, 76 são para docentes, 29 para Técnico de Nível Superior e 11 vagas para Agente Técnico Administrativo (Nível Médio).
A seleção de Técnico de Nível Superior contempla, também, algumas vagas para áreas específicas (detalhes no edital). As inscrições podem ser feitas no período de 9 de junho a 7 de julho, através do site do Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (IDECAN).
O interessados devem procurar a página oficial da banca examinadora (www.idecan.org.br).
Conforme os editais, a data provável para realização das provas será 14 de agosto desse ano. As provas para o cargo de Técnico de Nível Superior serão realizadas pela manhã, das 8h às 12h.
Para Agente Técnico Administrativo (Nível Médio), a prova será realizada no período da tarde, das 14h às 18h. As provas para Docentes também estão previstas para serem realizadas no dia 14 de agosto, no horário de 8h às 12h, seguindo as normas de edital próprio.
A pró-reitora de Recursos Humanos e Assuntos Estudantis, Cicília Maia, que preside a Comissão do Concurso, esclarece que a realização das provas para técnicos em horários distintos permitirá que um candidato possa se submeter à seleção dos dois cargos, caso seja seu interesse, sendo necessário fazer as duas inscrições.
Para os cargos de Técnico serão aplicadas provas de: Língua Portuguesa, Noções de Direito Administrativo, Legislação,  Conhecimentos Gerais, Noções de Informática e Conhecimento Específico (este último para técnicos de determinadas áreas).
Valor das inscrições:
R$ 200,00 – Docente
R$ 70,00 – Técnico de Nível Superior
R$ 50,00 – Agente Técnico Administrativo (Nível Médio).
A expectativa para efetivação nos cargos (nomeação e posse) é para o início do semestre letivo 2016.2. 
Fonte:Novo Jornal

Cúpula de Ética se reúne para acertar data de votação do processo contra Cunha

Presidente do Conselho quer que sessão ocorra na próxima terça-feira.

O presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo (PR-BA), decidiu se reunir com a cúpula do grupo, na manhã de hoje (8), para tentar acertar uma data definitiva para a votação do processo de cassação do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois de dois adiamentos já anunciados. Araújo quer que a sessão ocorra na próxima terça-feira (14), às 14h30, mas o advogado de Cunha, que tem outra audiência na mesma data, ainda pode formalizar um pedido para que a votação ocorra somente na quarta-feira (15).

Araújo voltou a justificar que a decisão do adiamento atende a apelo da Mesa Diretora da Câmara, que quer votar matérias prioritárias para o país e, por isso, agendou sessões para quarta e quinta-feira, no plenário da Casa. No entanto, o parlamentar admitiu hoje (8) que houve uma preocupação com o placar do conselho diante das presenças registradas durante a discussão do parecer pelos deputados.

A deputada Tia Eron (PRB-BA), que substituiu o primeiro relator do processo no conselho, deputado Fausto Pinato (PP-SP), não apareceu. A parlamentar tem nas mãos o voto decisivo para definir o futuro de Cunha já que, pela contabilidade feita por assessores do colegiado, há dez votos a favor do peemedebista contra nove que defendem a cassação de seu mandato. Tia Eron poderia empatar o resultado e deixar nas mãos do presidente do conselho o voto de minerva. Araújo é adversário de Cunha.

“Se votassemos ontem, seria clara a vitória de 11 a 9, com Marun votando. Dei um tempo para que Tia Eron possa vir e votar com consciência".

Sem a presença da parlamentar, quem votaria em seu lugar, na sessão de ontem, seria Carlos Marun (PMDB-MS), alinhado com o peemedebista, e que foi o primeiro suplente do bloco de Eron a registrar a presença. Marun chegou à sala quase uma hora antes do marcado.

Mesmo diante desse cenário, o primeiro pedido de adiamento da votação foi feito pelo próprio relator do caso, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que quis analisar melhor o voto em separado, apresentado na mesma sessão por outro aliado de Cunha, João Carlos Bacelar (PR-BA). Bacelar propôs a troca de punição de cassação pela suspensão do mandato de Cunha por três meses, mas neste mesmo voto, apontou questões sobre a tramitação do processo. Uma das questão diz respeito à escolha do relator, que não ocorreu por sorteio formal. "Não tem essa necessidade", disse Rogério, ao citar o código de ética da Casa. "Como o voto dele é dado em separado, Bacelar não pode ficar entrando no mérito disso. Ele atua quase como um advogado de defesa, e eu tinha que me manifestar sobre isso".

CCJ

Enquanto o Conselho de Ética tenta acertar uma data, integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aguardam o início da sessão de hoje (8), que pode decidir sobre o relatório do deputado Arthur Lira (PP-AL), em resposta à consulta sobre o rito de cassação de parlamentares no plenário da Casa.  A consulta foi feita pelo presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), e o parecer de Lira pode alterar o destino do presidente afastado.

De acordo com o relator, há a possibilidade de que, no plenário, onde a decisão do conselho precisa ser submetida, ao invés do parecer do conselho, os parlamentares deliberem sobre um projeto de resolução que pode ser apresentado incluindo uma pena mais branda para Cunha ou até sua absolvição.

“Acho que a questão é antiregimental e não podem os deputados quererem mudar a regra do jogo aos 49 minutos do segundo tempo”, criticou Araújo.

Maranhão também perguntou se, no caso da votação de projeto de resolução, serão admitidas emendas ao texto no plenário e se elas podem “ser prejudiciais ao representado”. Lira respondeu que o texto do projeto de resolução pode ser emendado pelos parlamentares, mas que as emendas não poderão prejudicar o representado, sob pena de “de violação da ampla defesa prevista no § 2º do artigo 55 da Constituição”.

No início da reunião de ontem, PSDB, DEM, PR, PT e PCdo B anunciaram obstrução à pauta. O líder do DEM, Pauderney Avelino (AM), explicou que os esforços serão direcionados para que esta consulta não tenha efeito prático. Avelino defende que seja mantido o entendimento atual de que, rejeitado o parecer de Marcos Rogério, seja submetido o pedido original feito na representação que deu origem ao início do processo de Cunha. Neste documento, a recomendação também é pela cassação de Cunha. “Queremos manter o ordenamento que existe hoje. Achamos que em nada ajuda a Casa fazer mais uma manobra da qual estamos sendo vítimas”, disse.

Troca-troca

A sessão da CCJ começou com algumas mudanças na composição provocando críticas de adversários de Cunha. Uma das mudanças feitas foi a substituição do deputado Jorginho Mello (PR-SC) pelo partido. “Fui substituído sem consulta e sem informação”, reclamou o parlamentar.

O manifesto de Mello ganhou o apoio de outros parlamentares que colocaram sob suspeita a iniciativa do PR. “É um precedente muito grave”, disse Esperidião Amin (PP-SC) que afirmou ser uma medida inédita na comissão. Amin ainda reforçou a defesa de Mello ao destacar que é um parlamentar assíduo e atuante na comissão. “Cheira mal”, concluiu.
Fonte:No Minuto

Ministro interino diz que não haverá concursos públicos até 2018

BRASÍLIA — O ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016 nunca previu a realização de novos concursos este ano. Segundo ele, essa regra foi proposta desde que o primeiro texto da LDO foi encaminhado ao Congresso no ano passado, ainda pelo governo da presidente afastada Dilma Rousseff. Ele lembrou ainda que essa mesma regra foi mantida no projeto da LDO de 2017.
— A LDO de 2016 previu que não fossem feitas autorizações de novos concursos. Isso está sendo praticado e será praticado até o final do ano. E o projeto da LDO de 2017, que também já foi enviado ao Congresso, prevê a manutenção dessa regra o ano que vem — disse Oliveira.
Ele explicou, no entanto, que concursos que já haviam sido autorizados em anos anteriores e que já estão em andamento serão mantidos.
— Existem concursos que estão em andamento e que estão mantidos, mas não há autorização de novos concursos — afirmou o ministro.
Oliveira também afirmou que o reajuste do funcionalismo aprovado pela Câmara dos Deputados na semana passada também já estava previsto na Lei Orçamentária de 2016 desde que ela foi enviada ao Congresso. Ele lembrou ainda que os reajustes estão abaixo da inflação e são satisfatórios:
— O impacto dos reajustes já aprovados estavam previstos na Lei Orçamentária desde o envio dela ao Congresso. O reajuste dos servidores é bastante abaixo na inflação e permitirá que o desempenho da folha de pessoal nos próximos anos tenha uma performance abaixo da inflação.
Eles estão plenamente de acordo com o ajuste fiscal que nós estamos fazendo e eu diria que são satisfatórios.