terça-feira, 3 de março de 2015

Universidades federais têm um terço dos recursos bloqueados pelo MEC

Falta dinheiro para serviços terceirizados e programas para estudantes.
Instituições vão cobrar uma resposta do governo esta semana.


As universidades federais começaram o ano com um corte de 30% no orçamento, e está faltando dinheiro para pagar serviços terceirizados e para programas para os estudantes.
O Bom Dia Brasil tem mostrado que a falta de recursos atinge a educação de várias formas. Agora as instituições vão cobrar uma resposta do governo esta semana. Isso porque a educação foi apontada como prioridade do governo.
A explicação do Ministério da Educação é que o orçamento de 2015 ainda não foi aprovado peloCongresso e, por isso, o governo tem que segurar os gastos.
Esta semana, reitores se preparam para ir a Brasília e cobrar providências do MEC. O principal argumento de reitores é que a educação é um serviço essencial para os brasileiros. Portanto, não deve receber cortes de verbas.
Mais um ano letivo, um novo orçamento - só que desfalcado - e alunos preocupados. “Se começar assim sem verba é complicado”, afirma um estudante.
“Tem prejuízo, claro que tem”, diz outro estudante.
Não é só na Universidade de Brasília, mas todas as universidades federais receberam neste início de ano 30% a menos do que estava previsto. “Já tem afetado várias universidades. Os serviços terceirizados, muitos não estão sendo pagos, assistência estudantil, problema de bolsa que começam a afetar academicamente as universidades”, afirma o presidente do Andes, Paulo Rizzo.
Na Federal da Paraíba, estudantes fizeram protesto, como mostram imagens de celular, em frente a reitoria para pedir o pagamento do auxílio alimentação.
Na Universidade de Campina Grande, também na Paraíba, não estão em dia água, luz, telefone, e falta dinheiro para pagar os alunos bolsistas. “Se nós estamos devendo bolsa de janeiro, isso nos preocupa. Significa dizer que nós podemos encerrar o segundo mês do ano sem pagar o primeiro”, afirma o reitor, José Edilson Amorim.
A Universidade Federal de São Paulo divulgou nota dizendo que com a redução dos repasses do governo, ‘a situação financeira das universidades federais, que em 2014 foi sofrida, passa a ser ainda mais difícil’. Afirma ainda que: ‘a reitoria e diretorias acadêmicas estão trabalhando para a manutenção dos serviços essenciais enquanto a política de contingenciamento vigorar. Mas não sabem ainda quais impactos isso produzirá sobre as atividades de ensino, pesquisa e extensão, incluindo também o hospital universitário’.
Algumas já vinham com contas atrasadas desde o ano passado. Caso da UFRJ: o Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, administrado pela universidade, chegou a fechar por alguns dias porque as empresas que fazem serviço de limpeza e conservação estavam sem receber há três meses.
Segundo a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, o Andifes, os reitores já estão refazendo o planejamento. “Estamos estudando cuidadosamente nosso orçamento para ver onde que seria possível ter algum corte”, afirma o presidente da associação, Targino de Araújo.
Ninguém do Ministério da Educação quis gravar entrevista. A assessoria informou que o MEC está em diálogo constante com as universidades e que a redução de 30% nos repasses é uma das medidas de ajuste fiscal. Segundo o governo, o corte será mantido até a aprovação do orçamento da União, que depende do Congresso.
Reitores têm uma reunião esta semana para discutir o problema e organizar uma vinda a Brasília. “A primeira iniciativa será solicitar, pela segunda vez, uma reunião com o novo ministro. Nossa ideia principal é que saúde e educação não pode entrar no contingenciamento orçamentário doGoverno Federal, porque são atividades essenciais”, ressalta o reitor da UFPB.
O MEC afirmou que a previsão de investimentos na educação neste ano será maior que no ano passado, um aumento de R$ 900 milhões.
Fonte:G1

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Famoso cirurgião, Dr. Rey se envolve em confusão em bar de Campina Grande

O apresentador e cirurgião plástico Roberto Miguel Rey Júnior, conhecido como Dr. Rey, se envolveu numa confusão na madrugada deste sábado na Paraíba. Por volta de 1h da manhã, ele estava no Bar do Cuscuz, no Centro de Campina Grande, quando uma briga começou. Vídeos que circulam pela internet e pelo WhatsApp mostram a confusão: o médico sendo segurado por funcionários, enquanto um homem joga uma cadeira para cima.
Segundo o site “Paraíba Agora”, Dr. Rey teria sido importunado por um rapaz, supostamente embriagado, e ficou irritado, mas o caso não foi registrado na delegacia. Outra versão seria a de que ele flertou com uma mulher comprometida.
Fonte:Blog do Xerife

Conta de luz ficará mais cara a partir desta segunda (2) no RN

A conta de luz vai ficar mais cara para consumidores atendidos pela Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern) a partir desta segunda-feira, 2. A Cosern foi autorizada a aumentar a tarifa em 2,8% pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Os maiores reajustes serão para as distribuidoras AES Sul (39,5%), Bragantina (38,5%), Uhenpal (36,8%) e Copel (36,4%). Os mais baixos serão aplicados para as distribuidoras Celpe (2,2%) e Cosern (2,8%).
Também começam a valer na semana que vem os novos valores para as bandeiras tarifárias, que permitem a cobrança de um valor extra na conta de luz, de acordo com o custo de geração de energia. Além da revisão extraordinária, as distribuidoras passarão neste ano pelos reajustes anuais, que variam de acordo com a data de aniversário da concessão.
Segundo a Aneel, a revisão leva em consideração diversos fatores, como o orçamento da CDE deste ano, o aumento dos custos com a compra de energia da Usina de Itaipu - por causa da falta de chuvas -, o resultado do último leilão de ajuste – que aumentou a exposição das distribuidoras ao mercado livre – e o ingresso de novas cotas de energia hidrelétrica. “No ano passado e neste ano, o custo da energia elétrica tem sido realmente alto, porque o regime hidrológico não está favorável, temos despachado todas as térmicas, que têm um custo mais alto”, explicou o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino.
A revisão extraordinária está prevista nos contratos de concessão das distribuidoras e permite que a Aneel revise as tarifas para manter o equilíbrio econômico e financeiro do contrato, quando forem registradas alterações significativas nos custos da distribuidora, como, por exemplo, modificações de tarifas de compra de energia, encargos setoriais e de uso das redes elétricas. Na tarde de hoje, a Aneel também aprovou o orçamento da CDE para este ano, que prevê repasse de R$ 22 bilhões para a conta dos consumidores de energia.
Entre dezembro de 2014 e fevereiro de 2015, várias empresas solicitaram a revisão extraordinária, por causa da falta de chuvas e da maior necessidade de compra de energia de termelétricas, que é mais cara.
Veja abaixo os percentuais de reajuste por distribuidora:
Celpe
2,20%
Cosern
2,80%
Cemar
3,00%
Cepisa
3,20%
Celpa
3,60%
Energisa PB
3,80%
Celtins
4,50%
Ceal
4,70%
Coelba
5,40%
Energisa Borborema
5,70%
Sulgipe
7,50%
Energisa SE
8,00%
CPFL Sta Cruz
9,20%
Coelce
10,30%
Mococa
16,20%
Ceron
16,90%
CPEE
19,10%
João Cesa
19,80%
Cooperaliança
20,50%
Eletroacre
21,00%
Santamaria
21,00%
Chesp
21,30%
CSPE
21,30%
CEEE
21,90%
Light
22,50%
CJE
22,80%
Ienergia
23,90%
CEB
24,10%
Elektro
24,20%
Celesc
24,80%
Bandeirante
24,90%
ENF
26,00%
Escelsa
26,30%
Cemat
26,80%
Energisa MG
26,90%
Eflul
27,00%
Eletrocar
27,20%
Celg
27,50%
DME-PC
27,60%
Enersul
27,90%
Cemig
28,80%
CPFL Piratininga
29,20%
EDEVP
29,40%
CPFL Paulista
31,80%
Hidropan
31,80%
CFLO
31,90%
Eletropaulo
31,90%
Forcel
32,20%
Caiua
32,40%
Demei
33,70%
Muxfeldt
34,30%
Cocel
34,60%
CNEE
35,20%
RGE
35,50%
Copel
36,40%
Uhenpal
36,80%
Bragantina
38,50%
AES Sul  
39,50%

Fonte:De Fato

Janot tem a segurança ameaçada

 O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, confirmou ontem que tem sua segurança ameaçada. Ele afirmou que há “fatos concretos” que o obrigam a adotar medidas para garantir sua integridade física. Ele revelou que citou como exemplo a invasão de sua casa, no fim de janeiro. Mas disse não saber se o risco está relacionado a algum caso específico, como a Operação Lava Jato, que envolve denúncia do envolvimento de dezenas de políticos com desvio de recursos da Petrobrás.

“Não sou uma pessoa assombrada. Mas alguns fatos concretos têm me levado a adotar algumas regras de contenção”, disse Janot. “Minha casa foi arrombada. Essas pessoas estiveram, por conta dos alarmes, no mínimo por oito minutos dentro da minha casa e levaram um controle de garagem. Tinha lá uma pistola .40 com três carregadores, máquina fotográfica e tudo quanto é coisa de valor. E a única coisa que foi levada foi o controle do portão”, contou.

Segundo Janot, a partir da invasão, ele começou a receber relatórios periódicos de inteligência sobre possíveis ameaças à sua vida. “E nos relatórios últimos, parece que aumentou um pouquinho o nível de risco. Por isso as precauções”, observou, pouco antes de participar, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, de ato de repúdio a um atentado sofrido pelo promotor Marcos Vinícius Ribeiro Cunha, realizado sob forte aparato de segurança

Na noite de quarta-feira, 25, o procurador-geral se encontrou com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em reunião que não estava agendada, na qual o ministro avisou a Janot sobre um aumento do risco à sua segurança detectado pela área de inteligência do governo. Uma das recomendações que Cardozo teria feito ao procurador-geral foi para que ele evitasse voos de carreira. Janot chegou a Uberlândia hoje e voltou para Brasília em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB). E confirmou que a reunião com o ministro “com certeza” foi para tratar de sua segurança.

Na próxima semana, o procurador-geral da República deve apresentar ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedidos de abertura de inquéritos contra dezenas de políticos acusados de envolvimento no bilionário esquema de desvio de recursos da Petrobras investigado por meio da Operação Lava Jato. O caso já levou ex-diretores da estatal e executivos de algumas das maiores empreiteiras do País para a prisão. 

Fonte:Tribuna do Norte

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Uso abusivo de descongestionante nasal pode causar arritmia, pressão alta e até trombose

Basta a temperatura cair para muita gente sacar de bolsos e gavetas os frascos de descongestionantes nasais. Com a chegada de noites mais frias, a incidência de gripes, resfriados e alergias respiratórias aumenta. Um prato cheio para apelar para tais medicamentos. No entanto, o hábito de pingar continuamente o remédio no nariz, além de viciar, mascara um enorme perigo para a saúde do coração.
A longo prazo, os efeitos dos descongestionantes elevam o risco de trombose e formação de coágulos. Na mucosa nasal, o uso abusivo provoca uma reação inflamatória, fazendo com que seja preciso quantidades cada vez maiores do remédio para se obter bem-estar.
- O alívio da congestão nasal é imediato. Por isso, a pessoa acha que está fazendo um grande negócio. Mas é só um paliativo – diz o otorrinolaringologista Jair de Carvalho e Castro, do Hospital Samaritano do Rio.
Segundo o médico, o correto é buscar ajuda para descobrir e tratar a causa do entupimento das narinas, que pode ser sinusite, desvio de septo ou pólipo nasal, entre outras.
Lavar as narinas com soro fisiológico ou solução de água com sal e bicarbonato é uma boa alternativa para aliviar a congestão sem remédios, ensina Jair de Carvalho e Castro. Para quem já se viciou nos descongestionantes, o tratamento é feito com medicamentos orais e injetáveis que visam à recuperação da mucosa do nariz.


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Protesto de moradores fecha avenida com obra da Copa atrasada em Natal

Moradores da rua Industrial João Mota, no KM 6, em Natal, fecharam a via durante um protesto no início da manhã desta quinta-feira (26). A população reclama que obra de drenagem prevista para o local, que deveria ter sido entregue antes da Copa do Mundo de 2014, mas ainda não foi concluída. Além disso, querem também ações para aumentar a segurança de pedestres.
De acordo com moradores da região, um dos sentidos da via, que é parte da BR-226, foi fechado para a instalação do canteiro de obras. O serviço deveria ter sido entregue em maio do ano passado, um mês antes do início do Mundial do Brasil.

Nesta manhã, os moradores obstruíram a via com entulho e lixo, impedindo a passagem de veículos. A principal reclamação é pela falta de um sinal trânsito no trecho que fica próximo à Escola Municipal Francisca Ferreira, uma das maiores da região que atende alunos a partir dos 3 anos. As aulas tiveram início na última terça-feira (24) e desde então é grande o fluxo de pedestres no local. "Nós só queremos um sinal aqui, para garantir a segurança dos nossos filhos e dos alunos do Francisca Ferreira. Se não resolver nada hoje não vamos quebrar a pista e não vai passar carro e nem mais nada", disse a moradora Samara Barbosa da Silva. 

A Polícia Rodoviária Federal negocia com os moradores para que o trecho da avenida seja liberada.

A obra
A interdição da pista da esquerda da avenida Industrial João Mota (BR-226) foi iniciada ainda em 2013 e faz parte da 1ª etapa de intervenções prevista pela Secretaria de Obras e Infraestrutura de Natal (Semopi).

No último dia 6 de fevereiro, a Prefeitura interditou o trecho entre as avenidas Industrial João Mota e a Capitão-mor Gouveia, para o avanço da obra do binário de Natal. Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), a previsão era que o trecho fosse liberado no dia 16 de fevereiro.
Fonte:Tribuna do Norte